UM JOGO DE TIMES LIMITADOS
A Argélia entrou postada com
quatro homens atrás e dois volantes servindo a saída de bola, mas com pouca movimentação.
O veloz Matmour atuava como segundo atacante quando o time, num 4-4-2, possuía
a posse de bola, e compunha o meio de campo na marcação quando a Eslovênia é
quem tinha a posse, estruturando um 4-5-1.
A Eslovênia estava postada num
4-4-2 semelhante, e recorria aos avanços dos zagueiros e laterais para propor
jogadas aos atacantes, mas sem a mesma variação tática. A única movimentação de
efeito ocorria com os meias de ligação Kirm e 10, que invertiam seus
posicionamentos pelos lados do campo.
Ocorre que ambas as seleções
careciam de um jogador de articulação mais qualificada. Os principais lances do
primeiro tempo (e foram poucos) eram originados em bolas paradas alçadas na
área. A melhor chance foi argelina, quando Halliche quase marcou desviando
cobrança de escanteio.
As duas equipes voltaram mais
insinuantes no segundo tempo, mas taticamente postadas da mesma forma. Os
treinadores substituíram seus centroavantes para tentar algo de novo na frente.
O que se viu foi a continuidade de um jogo equilibrado, sem talento, mas mais
inspirado.
Mas...Ghezzal, que entrara no
lugar de Djebbour, conseguiu ser expulso com menos de 25 minutos em campo,
complicando a situação para a Argélia.
Após o primeiro tempo fraquíssimo,
estava claro que um gol nessa partida só seria factível em função de uma falha
defensiva ou erro individual, dado que as equipes careciam de criação, talento,
qualidade. E foi assim que, num chute despretensioso, Koren, volante da Eslovênia,
marcou a 10 minutos do fim, em um frangaço praticamente decretando a derrota
aos argelinos, com um a menos em campo e cansados.
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