O Chile contou com o retorno de
Suazo, artilheiro do time nas Eliminatórias, e que voltava de contusão. A volta
de Suazo significou que Valdivia voltarua ao banco. Da mesma forma, Frei foi
escalado depois de readquirir condições físicas. Além dele, outro titular fora
por contusão retornou ao time: o meio-campista Behrami.
COMPOSIÇÃO TÁTICA
Depois de atuar num 4-3-3 vitorioso
que alternou para o 3-4-3 no segundo tempo da estreia, Marcelo Bielsa escalou o
Chile com três zagueiros diante da Suíça. Com um volante mais marcador no meio
e três zagueiros, o Chile pode liberar Vidal pela esquerda e principalmente
Isla pela direita, dois laterais que foram muito bem no primeiro jogo. Matí
Fernandez cumpriu o papel de articulador pelo meio, e os três perigosos
atacantes preenchiam o campo defensivo da Suíça.
Os alpinos se compuseram da mesma
forma que venceram a Espanha, mas como já foi dito, reforçada por dois de seus
titulares que voltavam de contusão. A Suíça veio, portanto, com duas linhas de quatro
jogadores e dois atacantes quando tinha a bola. Sem ela, o 4-5-1 que deu mais
que certo na estreia.
CHILE MELHOR NO INÍCIO
Jogando com bolas rápidas pelas
laterais, o Chile começou melhor no jogo, pois conseguia se infiltrar nas
linhas defensivas da Suíça. Foi assim que criou boas oportunidades de gol.
Benaglio fez duas boas defesas e Suazo, provavelmente sem ritmo de jogo, furou
em outra chance criada.
MAIS UM VERMELHO NO 1º TEMPO. QUE SINA!
Quando a Suíça equilibrou a
partida, minando os ataques chilenos pelas pontas, ocorreu mais uma expulsão. O
árbitro da Arábia Saudita demonstrara ser rigoroso, tendo mostrado quatro
amarelos nos primeiros 25’. Behrami se enroscou com o chileno Vidal e foi
expulso diretamente, deixando de ser um ‘reforço’ para ser um problemão para a
Suíça.
Se nesta partida os suíços saíam
mais para o jogo, depois da expulsão tinha tudo para se fechar como fez contra
a Espanha. A primeira providência
foi tirar o outro jogador que retornava – Frei – para colocar Barnetta, que
recompõe melhor para marcar no meio de campo.
O Chile usou bem a abertura de
jogo com Beausejour e Sánchez. Faltava o último passe para abrir o placar no 1º
tempo. Depois de marcar um gol anulado
pela arbitragem e as três fazer alterações possíveis para renovar o fôlego de
seus jogadores, o Chile manteve a pressão, mas o jogo claramente se encaminhava
para o 0x0, excelente para a Suíça e perigoso para os chilenos.
Mas uma das alterações de Bielsa foi
decisiva. Depois de lançar Valdivia como atacante após o intervalo, o técnico
colocou Paredes no ataque e tirou o armador Fernandez, deslocando o ex-palmeirense
para a criação de jogadas no meio. E foi assim que saiu o gol, chorado, do
Chile, com González, que também entrara no intervalo, aproveitando cruzamento
de Paredes.
PRÊMIO
À Suíça restou o recorde de 559 minutos sem sofrer gols em Copas.
À Suíça restou o recorde de 559 minutos sem sofrer gols em Copas.
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