O 4-1-4-1 ganês VS o 4-4-2
norte-americano
Gana
veio postada, mais uma vez muito bem, no 4-1-4-1, enquanto que os EUA vieram
num 4-4-2 sem segredos e sem inspiração no 1º tempo, com Clark de volta ao time
depois de ser reserva nas últimas duas partidas.
Resumo 1º tempo
E
foi Clark o protagonista do gol de Gana, logo aos 5’ de jogo. O volante errou
na saída de bola, marcado por Kevin-Prince Boateng, que lhe tomou a bola e só
parou com ela no fundo das redes. O mesmo Boatenga que limou Ballack da Copa.
O
gol cedo não foi um acaso para o que ocorreria no 1º tempo. De fato, foi
sintomático. Com Annan postado a frente da zaga ganesa, os EUA tinham
dificuldade de criar. Pior, havia muita dificudade de superar a linha de quatro
jogadores africanos mais avançada no meio de campo. Boateng e Asamoah compunham
bem o papel de volante, tomando a bola e distribuindo o jogo para Ayew e
Inkoom, novidade do time ganês no jogo.
Estes
dois últimos jogavam nas costas dos laterais norte-americanos, sempre obtendo
superioridade numérica nos contra-ataques recorrentes do time africano no 2º
tempo.
O
técnico Bob Bradley logo desfez a alteração que havia feito antes de começar o
jogo. Aos 30’, Edu entrou no lugar de Clark, que já havia até tomado cartão
amarelo. Os EUA passaram a rondar mais a área de Gana na seção final do 1º
tempo, mas a melhor chance veio em um erro na saída de bola dos africanos.
2º tempo: Mudança de
esquema tático explica EUA melhor
Para
o 2º tempo, o técnico norte-americano corrigiu a falha na armação de seu time,
tirando o atacante Findley e promovendo a entrada de Feilhaber, que quase
empatou, logo aos 2’. Os EUA estavam com apenas um atacante agora, num 4-2-3-1
no qual um dos volantes, Bradley, também disparava para o ataque. Nada mais,
nada menos, foi dessa forma que os EUA empataram em 2x2 com a Eslovênia, depois
de estar perdendo por 2x0, e venceram os argelinos.
A
equipe norte-americana passou a controlar o jogo porque dominou o meio de
campo, com Donovan fazendo grandes jogadas com o lateral-direito Cherundolo. Em
um lance individual belíssimo de Dempsey, Jonathan cometeu pênalti, bem
convertido por Donovan, aos 17’. Daí por diante, os EUA pressionaram, e Gana,
que perdeu Boateng por contusão, tomou pressão.
Mas
tivemos a primeira prorrogação da Copa do Mundo 2010.
NA PRORROGAÇÃO EUA REPETEM
MESMOS ERROS
Ela
mal havia começad0 e Gana pulava a frente do placar novamente, aos 2’. O gol
mais tardio que os EUA levaram nessa Copa foi aos 13’ do 1º tempo, contra a
Eslovênia. E um gol na prorrogação é quase fatal, pois restam poucos minutos para
uma eventual reação.
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