ESQUEMAS TÁTICOS
O
Uruguai foi armado novamente no 4-3-1-2, com Forlán fazendo o “enganche” para
Cavani e Suárez, e uma defesa bem postada com o retorno do titular Godin.
A
Coreia do Sul foi plantada no 4-2-3-1, com o principal jogador time, Park
Ji-Sung, fazendo a meia esquerda do meio de campo.
1º TEMPO COM GOL CEDO
Mal
começara a partida e o Uruguai já havia marcado com seu artilheiro Suárez, não
sem a ajuda do goleiro sul-coreano. Um tipo de gol que não se deve tomar em
jogo decisivo de Copa do Mundo.
A
Coreia saiu para o jogo como era de se esperar, e se configurou a partida que
os uruguaios mais queriam, com o contra-ataque à disposição da armação de Diego
Forlán. Foi assim que o 1º tempo se desenrolou, mas a parte final desta etapa
não foi boa para os uruguaios, já que a Coreia do Sul conseguia criar
oportunidades e o Uruguai era ineficaz nas jogadas contra-ofensivas.
2º TEMPO COM CHUVA E GOLS
O
2º tempo começou da mesma maneira que terminara o 1º. Mas com a Coreia do Sul
povoando mais seu campo de ataque, e colocando pressão sobre a até então invicta
zaga uruguaia. O gol era questão de tempo, e foi o que aconteceu, justamente em
falha de Lugano e do goleiro Muslera.
A
partida viu seu ritmo frenético, imposto pelos asiáticos, diminuir com a
igualdade do placar, e os sul-coreanos já aparentavam se resguardar para uma
eventual prorrogação. Não contavam com o diferencial Suárez. O atacante
uruguaio achou outro gol, um golaço, depois de um escanteio vindo da direita. O
gol, a dez minutos do fim, literalmente matou os sul-coreanos, que não tinham
mais o mesmo ímpeto físico.
A
classificação se deu pela qualidade dos jogadores de frente e da defesa dos
sul-americanos, pois Lugano e companhia conseguiram segurar a Coreia do Sul
quando os asiáticos faziam mais pressão. A Coreia do Sul fez campanha honrosa
na Copa, mas tinha fragilidades que ficaram evidentes durante a fase de grupos,
quando quase foi eliminada pela Nigéria.
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