Os australianos começaram com uma
atitude bastante diferente em comparação à fatídica estreia ante os alemães. Em
campo, quatro modificações: Kewell no lugar do suspenso Cahill, Bresciano,
Holman e Carney na lateral esquerda, por opções do técnico. E o dedo do
contestado Pim Verbeek foi decisivo. Bresciano assumiu as bolas paradas, e em
uma delas, Kingson falhou e Holman abriu o placar.
Afora o gol, o time da Austrália
conseguiu apertar a posse de bola ganesa, bem postado no 4-2-3-1 que não deu
certo na estreia.
MAIS UMA EXPULSÃO DECISIVA
Gana estava postada de maneira
parecida, e tinha em Tagoe, Ayew e Asamoah os principais nomes na articulação,
invertendo suas posições para propiciar lances de perigo com Gyan. A equipe
africana buscou mais o jogo a partir do gol sofrido, e em um lance polêmico,
conseguiu mais um pênalti que culminou na expulsão de Kewell. O jogo estava
empatado no placar, mas com superioridade numérica para os africanos.
Mais uma expulsão no 1º tempo de
jogo nessa Copa. A partir daí, como foi a tônica nas demais partidas com cartão
vermelho, a equipe beneficiada passou a pressionar. A virada ganesa se tornou
uma questão de tempo, de cansaço australiano, ou de qualidade de Gana.
No entanto, os australianos não
aparentaram cansaço algum no 2º tempo, e ainda tiveram a chance de vencer a
partida, principalmente após a entrada de Chipperfield, lateral-esquerdo na
primeira partida, que entrou para articular a posse de bola da Austrália. E
obteve sucesso porque os marcadores ganeses não o acompanhavam apropriadamente.
O resultado final da partida foi merecido
pela atuação de ambas as equipes. No geral, a Austrália mostrou mais gana
(desculpe o trocadilho), e a seleção de Gana não conseguiu reproduzir sua
vantagem numérica, que perdurou por quase 70 minutos.
Um comentário:
How do you say 'bullshit red card for the second match in a row' in portugese?
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