segunda-feira, 28 de junho de 2010

Holanda 2x1 Eslováquia


A Holanda apareceu em campo como grande favorita à classificação para as quartas de final, enquanto que a Eslováquia vinha para a partida depois de ter eliminada a tradicional seleção italiana, mas era o time azarão.

No entanto, apesar de se esperar uma postura cautelosa e precavida do time de Vladimir Weiss, o que se viu foi uma formação tática arrojada, no 4-1-3-2, com Hamsik, Weiss e Stoch armando para Jendrisek e o artilheiro Vittek. A Holanda, por sua vez, estava escalada no seu tradicional 4-2-3-1, com Robben entre os titulares pela primeira vez.

A postura tática da Eslováquia se demonstrou abusada demais para encarar um time com a qualidade holandesa e ofensiva em excesso pelos jogadores não tão talentosos no plantel eslovaco. Hamsik foi sacrificado jogando quase que como segundo volante, que é não é bem a praia dele (foi assim que ele atuou – também mal – contra a Nova Zelândia). A Eslováquia criou pouco no 1º tempo. E não conseguiu resistir ao ‘fator Robben’.

O jogador holandês, que voltava de contusão, mas na mesma boa fase que lhe rendeu destaque na última temporada, recebeu lançamento do ótimo Sneijder e não deu chances para os zagueiros eslovacos. A jogada nasceu de contra-ataque, que estava desenhado desde a escalação do técnico Vladimir Weiss.

A Holanda não brilhava como esperam seus torcedores e simpatizantes. É um time sério, sólido, mas não sisudo, brucutu. O time de Van Marwijk é consciente.

É verdade que chegou a correr riscos no 2º tempo, quando Vittek teve oportunidades de empatar, frente a frente com Stekelenburg, que evitou os tentos da Eslováquia. A essa altura, o volante Kopunek havia entrado e permitido a Hamsik jogar mais livre na criação, sem a incumbência de marcar. A Eslováquia igualava o 4-2-3-1 da Holanda, mas não era tão eficaz. Aos 39’, Mucha saiu atabalhoado do gol, e permitiu o passe de Kuyt para Sneijder concluir para o gol vazio. O gol resolveu uma partida que estava sob controle. Aos 48’, ainda houve um pênalti para a Eslováquia, que serviu como prêmio de consolação para Vittek, artilheiro da Copa com 4 gols.



2 comentários:

Júlia Vergueiro disse...

Queria MUITOOO ter visto esse jogo, principalmente pra ver a atuação do Robben.

No primeiro jogo pensei que era nervosismo, mas como vc tem dizendo Rick, o time holandês é cauteloso mesmo, né? "consciente" foi a palavra perfeita!

Sei q vão brigar comigo, mas vai ser difícil torcer nesse jogo. Vou ficar quietinha, só curtindo um jogão entre BRA e HOL.

Anônimo disse...

Nossa caminho até as quartas não está tão fácil... Rick, qual seu palpite para o jogo de sexta?
Mari Garcia