A
Nova Zelândia entrou em campo para um feito histórico, pois sonhava com a
classificação – do jeito que começou a última rodada os kiwis poderiam até
empatar que decidiriam a vaga com a Itália no sorteio ou no número de gols pró,
desde que o outro jogo também terminasse empatado. Para tanto, repetiu sua ímpar
escalação, 3-4-3, com exatamente os mesmos jogadores que realizaram as duas
primeiras partidas. Isso é inegavelmente importante.
O
Paraguai não teve Alcazar, contundido, e Caniza no lugar de Bonet na lateral
direita. O 4-4-2 que funcionou contra a Eslováquia foi repetido nas demais
posições.
O ESQUEMA TÁTICO JUSTIFICA
UM JOGO SEM GRANDES CHANCES
No
entanto, o time paraguaio não conseguia penetrar no sistema defensivo
neozelandês com seus homens de meio. As principais chegadas, que apenas
culminavam em finalizações de fora da área, não assustavam.
A
Nova Zelândia não povoava o campo de ataque, nem pretendia. O empate a essa
altura significava eliminação, pois a Itália perdia da Eslováquia, que se
classificava. Mas só o fato de conseguir uma eliminação da Copa de maneira invicta
já era um grande feito.
Uma
alternativa que se desenhava para criar opções de mais perigo no ataque
paraguaio era o uso dos laterais, pois, sem eles, os três zagueiros All Whites
se ocupavam de Santa Cruz e Cardozo, e os quatro homens de meio campo cuidavam
de Vera e Haedo Valdez, os meias mais avançados do Paraguai. Os volantes Vitor
Cáceres e Riveros pouco se apresentavam no campo de ataque.
JOGO MORNO CONTINUA NO 2º
TEMPO
Mas
com o Paraguai um pouco mais incisivo, com as entradas de Benítez e Barrios no
ataque. Mas a tônica da partida foi a mesma. Classificado, os paraguaios
poderiam até perder com a combinação de rsultados que ocorria na outra partida.
Não se arriscou. E o jogo ficou mesmo no 0x0.
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