O BEM TREINADO MÉXICO
A equipe mexicana foi superior
durante toda a partida. Veio a campo com a mesma formação tática da estreia, um
4-3-3 convertido em 2-3-5 com a posse de bola, já que os “laterais-pontas”
jogavam da intermediária para a frente. A única alteração foi a entrada de Moreno
no lugar de Aguilar, que até havia tido certo destaque na lateral direita
mexicana no primeiro jogo. Na partida diante dos franceses, no entanto, o México
pendeu mais para a esquerda, com Salcido, bem coberto por Torrado.
A BAGUNÇA FRANCESA
Já os franceses repetiram a boa dose
de desorganização tática e má vontade, a meu ver. As especulações de brigas de
ego no elenco parecem ser mais do que verdadeiras. A maior parte do grupo é
inimiga de Domenech, o contestadíssimo técnico da França, que parece não se
preocupar em eliminar seu próprio time, que ainda não marcou gols nessa Copa.
Domenech escala mal sua equipe, que atua de maneira pífia, por má vontade.
A CONSOLIDAÇÃO DA VITÓRIA NO 2º TEMPO
O 1º tempo acabou sem gols, para
sorte dos franceses. Já na segunda etapa, Hernandez recebeu em posição
duvidosa, mas desses lances que o bandeirinha deve deixar correr, driblou facilmente
o goleiro Lloris, e abriu o placar. Depois, o mesmo Hernandez, jogando pela
direita do ataque mexicano, recebeu carrinho imprudente de Abidal, pênalti
claro. O gorducho e experiente Cuhautemoc Blanco deu números finais à partida,
e praticamente selou a classificação do México às Oitavas-de-Final.
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